segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Médicos Cubanos


Noticias Gerais

Por Luana Ozawa Rodrigues

 
Médicos Cubanos. Crédito da foto: Ricardo Setti/VEJA.com



Decepção é uma palavra que descreve tamanha indignação que senti quando médicos dispostos a sair de seu país para ajudar pessoas desconhecidas foram recepcionados com vaias, comentários maldosos, nenhum apoio tanto de profissionais da própria saúde quanto da própria população.
São municípios, bairros, vilas que sofrem com a má distribuição dos médicos, pois nenhum é o número de médicos que trabalham em regiões afastadas do Brasil.
Casos como troca de medicamentos, mortes de recém-nascidos e suas mães, cirurgias erradas, preconceito. Em minhas pesquisas achei um hospital que a maioria dos frequentadores do Colégio Concórdia conhecem – por ser relativamente próximo- o Hospital Campo Limpo, não é um excelentíssimo hospital, muito menos um ótimo hospital quem dera se fosse bom ou razoável. Foi neste hospital em que um médico e um enfermeiro estriparam uma grávida, foi neste hospital em que morreu um bebê, foi neste hospital em tiveram nojo de atender um homossexual.
Os médicos são pessoas que trabalham para a população, não importa se o hospital é público ou particular, são pessoas que estão na situação, são crianças, adultos, senhores, senhoras que necessitam de um atendimento de qualidade.

Precisamos de bons médicos, médicos sujeitos a atender qualquer camada da sociedade. Não estou desvalorizando nenhum médico brasileiro, estou tentando passar uma mensagem: eu, Luana, futuramente quero ser médica e fico constrangida em ver o que 0,0001% dos médicos conseguem gerar de difamação sobre uma carreira que se dispõe em salvar vidas, uma carreira que para muitos é um orgulho, um símbolo de respeito e conhecimento.